27 abril, 2010

Pensamento do dia

Our biggest challenge is never make mistake!

RN

«Saudade é solidão acompanhada. É quando o Amor ainda não foi embora, mas o Amado já...
Saudade é Amar um passado que ainda não passou, é recusar um presente que nos magoa, é não ver o futuro que nos convida...
Saudade é sentir que existe o que não existe mais...
Só uma pessoa no mundo deseja sentir uma saudade: aquela que nunca Amou!
E esse é o maior dos sofrimentos: não ter por que sentir saudades, passar pela Vida e não Viver.
O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido...» [A.D.]

RN

20 abril, 2010

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Espero...

Que triste sina!
O sentimento de perda e arrependimento matam qualquer pessoa. Sonho com o dia em que é criada uma máquina do tempo, que nos deixa voltar atrás nos actos e nas palavras sem magoar ninguém. Sonho que esse dia é amanhã. Sonho com o teu abraço, com o teu beijo, com o teu toque. Acordo e vejo que estou de volta a este triste pesadelo.
A vontade de te ter, de me perdoares, é tão forte que me faz acreditar e ter esperança. Não o devo? Tu dizes-me que não, mas o meu coração mata-me com tanto sentimento que tenho para te dar. Tanto Amor, tanto desejo, tanta entrega. É tudo o que tenho dentro de mim, e chega! E mata-me por não te ter!
Não sei como te esquecer, como te tirar do meu coração e do meu pensamento. Este é tão forte que levo os minutos, os segundos a pensar em ti, em nós!
As pessoas mudam e todas merecem oportunidades. Eu dei-tas e quero-a! Eu sonho com a minha oportunidade. Acredito no Amor: tu fizeste-me Acreditar! Não me peças para desistir! Não me mates!
Escrevo porque me alivia, espero-te porque te Amo!

RN

17 abril, 2010

Saudade...

Se conseguisses entender o meu olhar, minhas palavras, tudo seria tão belo e perfeito.
Amor... que sentimento tão cruel! Não sei se te lembras, mas...
Uma vez disseste-me: «Eu e tu por mais diferentes que pareçamos, somos um e nos Amamos»
Duvidei? Nunca! Sempre Acreditei em Ti, em Nós! Mas...
Acreditar não basta! Verbo tão optimista, que me presenteou com a mais negra nuvem.
Dizer Amo-te não chega! Esquecer-te... o mais sensato, mas também o mais difícil e doloroso.
E agora o que faço a este sentimento? Talvez seja melhor Odiar-te!

RN

More than words...

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14 abril, 2010

No vazio mais profundo

Sonho com a ideia de te abraçar, de te beijar. Que vazio forte e profundo. Ainda sinto o cheiro da tua pele, o cheiro do teu perfume. Oiço a tua voz a sussurrar que me Amas, a tua respiração calma e ofegante. Sinto os teus olhos na minha direcção, vejo a tua boca a sorrir para mim. Que sorriso lindo. Que ilusão. Tudo agora não passa de uma ilusão. Não és meu, não sou tua. Já não te posso abraçar, nem ouvir, nem beijar. Sofro em silêncio, Amo-te em silêncio, neste enorme vazio.

RN

13 abril, 2010

Teoria dos Coelhinhos da Páscoa


Mas que belo dia de Páscoa: céu limpo, sol e uma leve brisa.
Tomando um saboroso café e uma aguinha sem gás, sentada num simpático bar na praia de Alvor, olho para o meu redor e vejo a mais bela paisagem do mundo: rochas, areia, mar e céu. Que mais preciso? Por momentos, esqueço-me de tudo o resto.
Neste cenário, dou por mim a pensar em coisas pouco lógicas. A Páscoa é datada pela ressurreição de Jesus Cristo, ou seja trata-se de uma festa religiosa. Então é aqui que me pergunto onde é que se encaixa o "coelhinho da Páscoa"? Pode-se pensar no coelhinho como uma referência à fauna, mas depois questiono-me se a flora também não mereceria ser representada. Talvez se deva considerar as flores de fundo que compõem (em regra) as imagens dos coelhinhos.
Por mais que tente, para mim tudo isto continua a não fazer sentido. Dando seguimento a estes factos, surge-me outra dúvida: os ovos! Todos sabemos que os coelhos não são animais ovíparos. Isto é realmente muito curioso.
Por muito estranho que pareça, partilhei estas minhas dúvidas com o meu irmão de 17 anos, ao que ele, muito serenamente, me respondeu «Faz parte da magia, Não estragues». Que resposta tão simples, prática e (quase) eficaz.
Talvez seja ainda mais estranho, mas vou procurar responder às minhas dúvidas: vou pesquisar, analisar as diversas teorias (partindo do princípio que uma questão destas tenha vários estudos), criticar e formar a minha opinião. Prometo partilhar a minha teoria assim que a tenha formulado.
O dia está a chegar ao fim e a noite prepara-se para nos cumprimentar, trazendo consigo um frio pouco simpático. Vou para casa, mas deixo-vos com a mística teoria dos coelhinhos da Páscoa: tão fofinhos e tão docinhos.

RN